Uma rapariga corre desesperadamente num enorme corredor sendo seguida pelos seus dois captores. A construção da sua corrida é feita ao som de lágrimas e das gargalhadas dos dois homens atrás dela. O seu seio esquerdo, saindo do vestido, com uma ferida devido aos maus tratos doia a cada passo por ela dado. As suas roupas que ainda restavam coladas ao corpo estavam encharcadas tanto de suor seu, como do cansaço da noite de sexo violento. Restos do esperma corriam pela vagina abaixo misturando-se com o sangue que tinha perdido da sua virgindade.
O rosto aflito dela contrastava com o rosto confiante e sarcástico dos dois captores que tinham o corpo coberto de suor seu. Vestiam apenas umas calças postas à pressa sobre o corpo aquando da chamada do seu amo. Corriam naquele interminável corredor fantasmagórico. Eles nada tinham feito mas sabiam ser neste momento cúmplices da pessoa que lhes dava as ordens. Também eles haviam perdido a sua virgindade, mas uma outra virgindade que a rapariga mantinha ainda.
Vendo toda a cena, um homem manipula tudo o que se passa. A casa onde se encontra o malfadado corredor é sua. Foi-lhe transmitida pelos seus pais que a receberam dos seus pais... Olha toda a cena com um grande sorriso nos lábios. Sabe que a rapariga irá cair de cansaço e os seus dois criados não conseguirão resistir a também eles violarem aquela rapariga feita agora mulher. Sabia que era o responsável por toda aquela situação, mas o se coração havia endurecido tanto como uma pedra e apenas o seu pénis viril falava alto em todo o seu corpo.
Havia muito que toda aquela família estava manchada pelo pecado; dizia-se pela cidade que os donos da grande casa não mais saiam de lá com medo de serem reconhecidos pelos habitantes de lá e fossem espancados. Nada disos era verdade, eles saíam da casa mas sempre de forma secreta, ninguém sabia dos seus movimentos e passeavam-se pela cidade para saciarem os seus apetites e arranjarem o que precisassem.
Além de tudo isso, dizia-se que a casa era assombrada, por isos ninguém se aproximava, havia o medo de serem amaldiçoados caso pisassem o solo dos domínios dos Negros Senhores (como lhes chamavam).
A família tinha regras muito rígidas, nunca poderiam existir mais de um filho. Todos os outros que existissem seriam mortos para que não se alargassem os dómínios do negro sangue pelo mundo.
A rapariga corria desalmadamente... O corredor nunca mais acabava. Não via qualquer porta e começou a pensar que estava já destinada a morrer naquela casa maldita. Fechou os olhos e parou.
Os dois criados aproximaram-se e tocaram-na. Ela acedeu a eles e despiu-se. Eles ficarma surpresos e de seguida fizeram sexo por toda a noite.
Ao nascer do sol, raios tenues brilhando entre os cortinados revelavam um corpo morto de cansaço e dois homens a seu lado partilhando a mesma culpa da sua morte.
Com o nascer do sol foi revelada a discussão entre ambos por terem sido tão violentos com ela e de a terem morto. Eles arcavam com todas as culpas.
Com o meio-dia mais dois corpos haviam-se deitado ao lado da rapariga, ambos beijados pelo suave beijo da morte.
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