Sunday, January 30, 2005

Acreditem ou nao a vida e como uma maca, vermelho, com lagartas ou limpa.

Friday, January 28, 2005

Palavras... Exprimir-me...

por vezes é complicado escrever
que fazer quando a nossa pena é afastada e regressamos com muita calma sem saber que palavras juntar. que frases construir, que coisas transmitir aos outros...
o amor que tento exprimir, as coisas que me vão dentro ficam sempre reprimidas, ofuscadas, demasiado pensadas... As palavras custam a sair como gostaria que saíssem.
Palavras Palavras
Porque tem de ser tudo dito quando tanto ficar por dizer...

Thursday, January 27, 2005

a vida é....

Tuesday, January 25, 2005

sei lá o que é isto

ouço-te à distância... quero fugir do que me espera mas sei que quando vieres que voltarei para os teus braços como se nada se tivesse passado de mal entre nós. A distância que nos separa é nula quando ouço o bater da minha porta. Sei de quem se trata.
Tanto quero como não quero. Mas o som insistente em redor de mim leva-me a ir até à porta e lá estás tu... o mesmo de sempre. Não percebo porque voltas sempre passados uns tempos. Sempre que me apareces vejo no teu rosto tudo o que se passou enquanto estiveste fora da minha vida.
O teu cheiro é sempre o mesmo... Os teus olhos, sempre cansados de horas de sono que não exsitiram, olham-me ternamente e eu derreto...
Voltas com todo o teu vigor para mim tal como a seguir me deixas. Eu sou como que o teu refúgio. Amo-te mas tu não me ligas nenhuma... Tento cada dia que passa esquecer-te e quando a minha vida retoma a sua normalidade voltas do nada revolucionando completamente tudo o que tinha pensado em relação à nossa relação.
Para esquecer definitivamente tento viajar mas assim que marco a viagem recordo a nossa última saída do país... Perco-me definitivamente e esqueço do objectivo que tinha em mente. Já não dá...
Passo por uma ponte e nada mais me dá na cabeça que atirar-me dali para baixo... Estou farto de ser seguido por um fantasma do meu passado. Farto de sempre que apareces à minha porta nos beijemos loucamente como se nada se tivesse passado, farto de andar mergulhado num mar de tristeza por me deixares sempre que penso ter-te conquistado, farto de fazermos sexo sem parar até quase cair para o lado, farto de fazer as tuas vontades...
Deixei-me ser seguido por ti e quero acabar com tudo isso. Todas as boas recordações que tínhamos foram-se e agora resta em mim a mágoa de te ter conhecido.
Vivemos as nossas vidas em encontros e separações, infidelidades e traições... nada do que sentimos é verdadeiro em relação ao outro.
O amor será sempre o mesmo... nenhum.
Todas as melodias que nos cercam são os fantasmas de coisas que aconteceram mas que nunca deveriam ter existido.

Friday, January 21, 2005

talvez as coisas se mantenham sempre como estão
talves o mundo nunca tenha de mudar, pleo menos ao nosso ritmo
talvez tudo seja um cenário fixo que devemos antes manter e não alterar.

ENTÃo PORQUE MUDAR?????

Vivemos muito depressa. Depressa demais para o mundo que nos cerca.

Thursday, January 06, 2005

As pessoas regressam a suas casas e o gelo amontoa-se nos recantos das ruas desertas de vida. O ar está pesado, cheira a bolos, o Natal ainda se faz sentir. As pessoas passeiam os seus corpos mais pesados dos quilos de comida que ingeriram, dos doces, bolos e banquetes servidos nessas festividades. Como é bonito ver na cara das pessoas a alegria do Natal e Ano Novo. Os votos de felicidades ainda se fazem ouvir. Ao longe o rio que corria há alguns meses deixou de se ouvir; o gelo dominou a água, a frescura da água deixou de sentir em vez da gélida aspereza da camada fria.
No meio de todo o silêncio existem pessoas em casa, está frio demais para se sair. Numa destas casas não existe fogueira, não existem bolos. As pessoas estão tão frias como as ruas que cercam a casa. Nesta casa não existe Natal, e o Ano Novo passou ao lado, mas mesmo assistem a mais um programa na televisão.
As pessoas do outro lado lado do grande ecrã pessoas passeiam câmeras de um lado para o outro, não podem descansar nem mesmo nestes dias, o Ano Novo para eles significa inovar, ter novos programas e muito trabalho.
A família sem Natal aquece-se com o resto de comida bem quente que ainda têm. Vêm televisão. Nada fazem, as coisas ficam por fazer. Os presentes, comprados com meses de antecedência amontoam-se como as prendas ideais que comprarão a amizade por mais um ano.

Wednesday, January 05, 2005

estou out of my record
passo-me com as pessoas à minha volta
nada me parece definido
sou uma espécie de sombra aleatória da minha presença
nada me surge
nada mesmo...
procuro em caminhos que nunca percorri por algo que me chame
mas até os pássaros se calaram
nada...
nada
nem som
nem sopro de vento
nem o ténue brilho de um lábio

Monday, January 03, 2005

Perguntas

Um dia perguntaram-me se preferia viver ou morrer? Eu respondi que nunca estive tão morto para viver.
Perguntaram-se também se preferiria morrer de ataque cardíaco ou de suicídio. Eu respondi que preferia morrer de suicídio, nunca suportaria a ideia de o meu coração vencer o meu corpo...

Sunday, January 02, 2005

regresso

n sei a q propósito escrever
não sei mesmo. Queria escrever alguam coisa de jeito mas as palavras não me saem... o suor da minha vida passada não sai, o sangue da minha vida presente não sara a ferida que me doi. Preferiria gritar mas n consigo, as palavras que queria que saissem colam-se a todo o meu corpo
gostava de dormir quente e gelo durante a noite............
onde está o meu destino perdido?
onde estou eu próprio?

regresso