Thursday, July 29, 2004

Texto para dançar

once upon a time i was young and free.


Now i dont kwon myself, i dont know my name... i am lost in the rotation of man kind.

Eu não quero... Não please... O que me pedes é hard enough...
Push the limits... Tenta ser mais tu... I can't Eu sou apenas uma pessoa igual a everyone...

Tu não sabes o que dizes... Respect!
É a vontade do Grande Olho... O nosso ditador, a nossa vontade. Just the beging... Ok, és uma pessoa curiosa... What's wrong with you? Somos livres, não slaves. Deveriamos sentir-nos livres. What's wrong with you?


Eu gosto de flores, mas a tua cara não... Sabe a fel. És odiento. What's wrong with you?

I'm just trying to find something, em algum lugar deve existir algo que eu possa...

Feel with your hands... Não quero, as tristezas já passaram. Eu sou um convidado para um banquete que será a minha condenação. What's wrong with you?


Eu não tenho nada a dizer em minha defesa. Sou culpado por tudo o que fiz e nada mais. Tudo o que me fizeram é apenas isso e nada mais... Passou-me ao lado..

We should be free

Eu não posso viver sem mim... Ser free is like a perturbation. É ser mais pequeno que todos os homens... I don't feel all wright... What's wrong with you? I dont' feel fine.

Era tudo uma questão de princípios... tinhas tudo para seres feliz. But I can't... I am just like any other person. Queres ser feliz?
SIM...

Onde estavas tu quando me perdi? Eu tenho raiva de tu teres aparecido só agora. Eu desejava espremer-te todo como uma bisnaga de pasta de dentes. You should be coca cola... para eu beber e cuspir logo a seguir. I sould be dancing over your graveWhat's wrong with you?  

 

(ainda por acabar)


Para ouvir

Aqui há dias passei pelo continente e qual  não é o meu espanto quando vejo à venda, por um preço incrível um cd curioso que há muito procurava, trata-se de ( ), isso mesmo, parentesis de Sirur' Rós. Tive de o comprar e ao ouvir os primeiros acordes disse para mim mesmo... é muito bom.

Todo o cd se reveste de uma sonoridade muito característica dele e que só de ouvir espalha magia pelo nosso espírito.  Para quem não conhecer passe por www.sigur-ros.com.

Thursday, July 15, 2004

bein myself (3)

Corri por entre janelas e portais procurando encontrar pessoas e só encontrava cadáveres... As pessoas custam a morrer... As lembranças custam a esquecer...

Tuesday, July 13, 2004

Campanha PETZI

Não sei se já ouviram falar nuns livros infantis chamados Petzi...
Para quem não ouviu falar, passem à frente, nada têm a ver com esta mensagem.
Aqui há dias, estando num daqueles dias m que não dava uma para a caixa, lembrei-me destes livros que há muito não via por aí.
Se alguém, por algum motivo tiver movidades mande-me um comentário... Também aceito histórias de livros desses que tenham em casa...

Se estiveram a ler tudo até cima, mas não sabem do que se trata, eu explico em poucas palavras, Petzi era um urso que vivia num barco com um marinheiro que era uma morsa (que nada fazia), e tinha como amigos uma tartaruga verde, um papagaio cor de rosa, um pelicano branco com um bico onde cabia tudo e um pinguim. Andavam sempre a fazer coisas sem jeito nenhum.

Continuação do capítulo I do meu livro

Longe dali, numa gruta ouvia-se um murmúrio; um grupo de pessoas avançava em direcção àquela gruta a que davam o nome de Cova do Inferno. Eram cerca de 1500 pessoas que se moviam em silêncio; um silêncio que após vários séculos havia de ser quebrado. Apelidavam-se Negros. Derivavam de um grupo de pessoas que eram os Assassinos Negros e que a sua história foi parcialmente apagada. Hoje eles não queriam ser lembrados desses tempos em que tinham de matara pessoas para conseguirem os seus fins. Tempos em que eram também perseguidos e que quase foram extintos devido aos seus métodos demasiado violentos de agir.
Entraram todos para uma enorme galeria de forma redonda na qual existia um bloco de pedra que serviria de palco. Por esse local entraram alguns Negros que iriam presidir aquela reunião. Um deles trazia um livro bastante antigo que revelou à audiência, a qual murmurou em coro Abadere, uma forma de aceitação do livro. Um dos anciãos revelou a sua mensagem:

“Neste ano que corre, 1557 da era de Nosso Senhor Jesus Cristo, eu, um solitário, procuro manter em mim viva uma chama, uma chama de poder que quase me levou a ser condenado por actos de bruxaria. Devido a esse poder poderia ter sido queimado e esfolado; no entanto a minha força de vontade levou-me a aceitar o meu destino e a evitar ser descoberto. Procurei pelo mundo fora a origem deste poder, mas nunca encontrei uma resposta; apenas sei que tem uma relação directa com os Doze Eleitos e que estes não deixam de assombrar os meus dias cada vez que penso que um dia voltarão das sombras para me retirar o que me foi dado.
“O meu poder foi-me dado por meu pai pouco antes da sua morte e só agora que me encontro à beira da cova me apercebo daquilo que o meu pai me havia dito. Disse-me para que procurasse os Negros; mas eu deixei-me ir pelos tempos e a verdade é que neste momento vejo que nem um só encontrei. Disse-me também que um dia o Sol nos iria juntar para que todos fossemos um só corpo, mas os dias nascem sempre iguais. Onde estão os meus colegas de armas?
“Procurei saber mais acerca de quem eram os Negros. Percorri os locai mais ocultos que se possa imaginar, mas a minha busca foi em vão. Aprendi vários tipos de magia e, com ela, tive uma visão que me revelou que a nossa passagem é temporária. O nosso fim é juntarmo-nos; sermos o tal corpo. Quando isto acontecer as nossas aspirações de arrancarmos o poder dos Escolhidos será realizado. Esperem pelo Novo Amanhecer e os Anti-Escolhidos mostrar-se-ão...”
O silêncio ecoou na caverna. O ancião fechou solenemente o livro e murmurou Amént-Atep-Huson-Dahr. Todos os Negros repetiram as mesmas palavras. Nesse instante foram trazidas para a galeria doze estátuas em barro de forma semelhante à humana. Do tecto da galeria vieram várias aranhas que começaram a tecer casulos em torno das estátuas. Quando terminaram apareceram várias lagartas vindas do chão que roeram parte do casulo formando um túnel até à zona do umbigo, tecendo à sua volta um cordão umbilical. Pouco tempo depois apareceram várias abelhas vindas da entrada da gruta trazendo gotas de mel que depositaram dentro dos casulos. Com as abelhas vieram mosquitos que trouxeram gotas de sangue que fizeram passar pelo cordão umbilical, enchendo as estátuas desse líquido vital.
Os Vários Negros maravilharam-se com a criação dos Doze Anti-Eleitos. Dentro em poucos dias viria o Novo Amanhecer que anunciava o escritor daquelas professias. Os casulos haviam sido levados para um compartimento onde várias formigas trabalhariam para cuidarem daqueles seres que manteriam os doze Anti em estado de semi-vida. Ainda não estavam preparados para “nascerem”.


Vindo da superfície caminhava pesadamente o basilisco em direcção aos seus senhores. A assembleia já havia terminado. Os seus superiores estavam numa outra galeria da gruta discutindo pormenores em relação ao trabalho a ser realizado e quais os métodos.
- Desorientei-os…
- Já sabem quem tu és?
- Não… Eles não sabem de nada do que se passa. Parece que o poder dos Escolhidos não é passado da mesma forma que o vosso.
Um outro ancião dirigiu-se para eles a fim de esclarecer o motivo da vinda daquela personagem.
- Que faz esta criatura aqui? Não deveríamos ser interrompidos por almas menores.
- Esta criatura é um servo meu que tem andado a cumprir uma missão que interessa a toda a comunidade. Pelo bem dos Negros ele raptou um dos Escolhidos e tem-no guardado. Para além disso fez uma cópia da sua pele e tomou o seu lugar na Grande Reunião.
- Ontem veio ter com eles um homem que os ungiu.
A sua voz estridente começou a falhar-lhe e a sua boca a doer. Os seus lábios começaram a corroer-se como se estivessem a ser queimados por ácido. Um dos anciãos estendeu a mão na sua boca murmurando Assep-Amep-Tépirin. E logo a sua boca se começou a apagar.
- Que fizeste?
- Não podemos utilizar mais a voz deste servo enquanto este encantamento durar.
- Mas temos de obter informações acerca dos Escolhido...
- Nem mais uma palavra sairá da sua boca. Esta criatura foi submetida a um encantamento de Destino Traçado. O seu destino foi calar-se para sempre acerca da Grande Reunião.
- E as informações?
- Obtê-las-emos. Todos encantamentos têm os seus pontos fracos, pelos quais se pode pegar para se contornar um problema. Se ele não pode falar, que vejamos a sua memória e saibamos o que se passou no Solestício.
Pesquisaram a memória do basilisco até descobrirem o que queriam. Depois largaram as memórias daquele repugnante ser. O seu corpo caiu no chão libertando fumos.
- Este ser é-nos inútil agora. Alimentai-vos.
Do tecto da gruta lançaram voo vários morcegos que se espalharam pela sala. Dirigiam o seu voo para o cadáver e começaram a sua refeição.
- Tudo o que vem da terra, à terra tornará.
- Nunca pensei que tivéssemos estes seres aqui.
- Cuidado. Estas criaturas não gostam de ser incomodadas.

In Myself (parte 2)

Como o tempo passa devagar aqui na tera, um lugar onde só se pode comer e morrer. O vento sopra mas nada alivia este pesar... Correm rumores de um novo dia que teima em chegar... Passa o dia muito, muito devagar.

Monday, July 12, 2004

Conversas com uma P***

Minha cara Senhora Puta, começo a entender porque é que a pureza é o mais terno dos desejos, sempre que vos vejo, percorre-me um sentimento de culpa... Não queria ser casta? Eu desejaria isso acima de tudo.

Acima de tudo o que quero é o seu dinheiro no final da noite, embora deva confessar que é o meu cliente preferido. É aquele que me faz ir um pouco mais no sentimento de prazer, coisa que outros o não conseguem.

Os homens meem-lhe assim tanto nojo?

Não, vivo deles.

Eu sou um deles e sem mulheres não podemos existir... Vocês, se quiserem podem, mas nós somos uma raça em extinção. Que lhe diz o seu espelho? Será que conseguiria viver num mundo sem homens, assim como eu? Ou é daquelas milheres que se levanta e apenas olha ao espelho para se maquilhar e ver que cada dia está mais velha.

Não sou dessas mulheres. Cada dia que passa passo mais tempo a olhar para o espelho a lembrar-me da minha primeira e desagradável experiência. Um bruto a enfiar-me o seu membro de carne quase podre...
Nunca pensei como seria num mundo sem homens, apesar de não gostar muito deles, sinto uma atracção por cada pénis que manipulo, por cada orgasmo que têm comigho ao pé. Sinto-me leve, a lembrar o quanto gosto deles, mesmo que sejam feios.

A mim fazem-me nojo. Qualquer homem para mim é um rival, cada cliente seu é uma punhalada no meu coração já de si tão fraco.

Não se inquiete, meu senhor, apenas o faço para viver...

Se vivesse comigo não precisaria de trabalhar.

Mas jé se esqueceu que é casado?... Esse empecilho é muito grande nos meus pequenos sapatos. Eu não quero ser governada por homens, quero ser independente.
E o que lhe diz a sua mulher acerca das suas incursões pelo mundo das putas durante as tades de quinta-feira?

Nada disto ela sabe. Se bem que não lhe faria mal se lhe desse umas lições. Anda pouco criativa, não aproveita os momentos que fazemos sexo.

E nós fazemos hoje ou fica para amanhã?

Fica para mais logo. Até então...

Até logo... Traga-me a sua mulher, eu resolverei o seu problema.

Monday, July 05, 2004

Um teste





Faça você também Que
gênio-louco é você?
Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia


In myself parte I

Querendo mas não poder
É assim que me sinto cada dia que passa por entre as pessoas que me rodeiam; percorre-me o desejo de lhes saltar em cima e mostrar-lhes o como são. Mostrar-lhes que nunca sentiram nada num verdadeiro sentir.
Pegando na experiência com uma amiga, posso dizer que o que sentimos não é nada de verdadeiro até encontrarmos o momento de pegar naquilo que sentimos e superar-nos.
Perguntou-me ela como me sentia respondi-lhe que me sentia como um cisne que haviam morto e que renascia. Não percebeu o que quis dizer e na altura não lhe expliquei... Por isso se vieres aqui, encontrarás a explicação: senti-me renascer, surpreendi-me, aquilo que senti foi como se renascesse das cinzas para reiniciar a minha vida; uma vida nova...

Primeiro capítulo do meu livro

I – Revelação

Olhavam-se… Não sabiam porque estavam ali. O desconhecido assustava-os. A presença de outras pessoas naquele lugar deixava-os confusos. O calor de outros corpos incomodava-os. Sentiam que haveria uma razão para ali se encontrarem, uma razão que todos desconheciam.
Era uma sala de um antigo mosteiro abandonado feita de paredes fortes e frias. A solidão era denunciada pela ausência de adornos. Alguns deles nunca chegaram a existir; outros existiram mas haviam sido roubados, os restantes haviam sido queimados pelo incêndio que esgotara a abadia e cujas cinzas ainda permaneciam misturadas com o pó do tempo. De uma das paredes sobressaía um bloco de pedra que em tempos havia sido um altar, mas agora era esquecido pelo mundo Estavam numa sala esquecida, num mosteiro esquecido, numa terra esquecida. A lua radiava o céu nocturno preenchido por várias nuvens; as estrelas pouco brilhavam.
Pela porta entrou uma pessoa vestida com roupas brancas semelhantes às dos antigos druidas. Não se lhe conseguia ver o rosto. A sua forma de andar era majestosa e a sua confiança grande. A sua vinda incomodou-os ainda mais. O seu andar era tão leve que parecia quase flutuar.
Pegou num corno que trazia à cintura e pousou-o no altar. Fez uma pequena vénia e foi até ao claustro que ficava ao lado da sala. Aí colheu umas gotas da chuva que agora começava a cair. Apanhou um rato e dirigiu-se ao altar da sala.
Torceu o pescoço do rato diante da ara e com uma foice que trazia à cintura fez-lhe um golpe e espalhou as suas vísceras pelo altar. Derramou o sangue do rato na pedra do altar e águas sobre as vísceras. Destapou o corno e verteu um pouco do seu conteúdo sobre a cabeça de cada um. Fez um golpe com a foice na palma da mão deixando correr um fio de sangue. Deitou sobre ele um líquido viscoso. Foi ao pé de cada um e fez um corte na palma da mão de cada um deles e juntou as palmas formando um círculo de sangue entre os doze Eleito e ele próprio.
Começava a clarear e o homem afastou-se. Eles ficaram estáticos; o que é que se tinha passado? Quem era aquele homem? Precisavam de respostas e a única pessoa que saberia algo tinha-se sumido nas brumas do nevoeiro matinal.

O Sol nascia agora. A abadia despertava agora do seu sono profundo e deixava soltar pelas paredes sons de antigos coros, de antigos rituais, de antigos monges que por ali ainda se mantinham num estado de semi-vida, esperando ansiosamente o dia em que seriam salvos e libertos do tormento da vida. Os fantasmas percorriam a abadia como se ainda fossem vivo, mas os vivos não os viam. Por vezes ouviam-nos cantar e falar dos seus tormento chorando, gritando, lançando lamentos e lamúrias pelas paredes do local de onde não podiam sair. Havia sido assim que se tinham criado as primeiras lendas acerca da abadia, dizendo-a assombrada pelos frades que ainda corriam os hereges daquele local. Haviam ainda outras lendas referentes a abades cujo medo e desespero de ouvir aquelas vozes os tinha levado a abandonarem o local de refúgio ou a enlouquecerem. A aldeia que se encontrava próxima também foi desertada; já nada restava naquele recanto do mundo.
Ao explorarem o local onde se encontravam, os doze repararam numa frase esculpida numa das pedras do claustro onde dizia: “Sobre estas linhas se lerá a verdade; uma verdade que espero não mais voltar a acontecer. Muitas mortes já eu vi e a razão foi só uma: soberba.” A frase chamou a atenção de um deles que decidiu começar a procurar o livro. O livro tinha o nome de Os doze do Zodíaco.
O Sol revelou-se de vez depois dos primeiros raios da aurora, os pássaros já há muito que cantavam. Com a vinda do Sol um dos doze olhou fixamente para ele e começou a gritar. A sua pele começou a ficar muito áspera e a encolher. A certa altura a pele estava tão pequena que começava a rasgar e a deitar sangue. Os outros onze acorreram assustados, mas nada podiam fazer. Foi com todos à sua volta que ele levou as mãos à nuca e a partir de uma fenda na pele rasgou-a mais e removeu-a do seu corpo. A pele estava toda caída no chão como se fosse um velho pano todo rasgado. Em cima dela uma criatura semelhante a um réptil coberto de um líquido viscoso tornava-se cada vez maior. Era um basilisco com o anormal tamanho de um homem e que havia sido encolhido para ser posto na pele de um ser humano. Quem havia feito isto?
– Surpreendidos?... – Sibilou ele.
Deu um grande salto para trás e afastou-se dos onze. Estes ficaram petrificados. Agora estavam sozinhos. Sentiam isso. Não sentiam mais ninguém à sua volta. Estavam assustados. Olharam-se com atenção pela primeira vez. Exploraram com o olhar o corpo de cada um dos outros dez que se encontrava perto. Pareciam corpos semelhantes ao de cada um; também eles estavam assustados e isso transparecia. Ninguém sabia o que estava ali a fazer. Sabiam apenas que tinham de ali estar.
Quem és tu?
Eu sou David (Aquário)
Eu sou Bestla (Virgem)
Eu sou Yanowick (Touro)
Eu sou Djoser (Sagitário)
Eu sou Dalma (Balança)
Eu sou Dereck (Capricórnio)
Eu sou Rúbio (Carneiro)
Eu sou StarLee (Gémeos)
Eu sou Andrea (Peixes)
Eu sou Gothan (Escorpião)
Eu sou Veuloe (Leão)
Onde estaria o caranguejo?